thaise nardim

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ficando invisível #1


realizada na Residência DRIFT, com Zekora Ura Theatre
março de 2012
miguel pereira, RJ


a) by hiding
b) by divesting yourself of all distiguishing marks
c) by going away
d) by sinking through the floor
e) by becoming someone else
f) by concentrating so hard on some object or idea that you cease to be aware of your physical presence.
g) by distracting everybody else from your physical presence
h) by ceasingto exist

become Invisible, bici forbes, 1966.


Eu disse:
estou fazendo algumas tentativas de tornar-me invisível. Vocês poderiam me ajudar? Usando os materiais dispostos por aqui, temos de apagar de meu corpo todas as marcas que me caracterizam.



























Thaise Nardim

thaise.nardim@ufpel.edu.br
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Quê e Como

Insisto em trabalhar por meio de ações e forças da arte os problemas que se me põem à frente. Tais questões têm tendido a dizer respeito às questões estético-políticas do mundo em que vivemos, e muitas vezes relacionam-se com a possibilidade de habitarmos individualmente um mundo montado exclusivamente por coletividade. Para plasmar esses trabalhos, recorrerro às formas e forças da arte que se mostram as mais pertinentes nessa dinâmica em cada contingência-situação, embora tenha uma trajetória de formação em Artes da Cena É assim que, nos últimos anos, tenho produzido performances e instalações, mas também poemas e intervenções, além de ter encenado espetáculos junto a grupos de teatro e música, profissionais e estudantes. Para além do discurso, efetivamente encaro a sala de aula como uma brecha para o acontecimento estético.
Quem e +

Sou é artista da presença, da palavra e da aula. Residente em Pelotas/RS, paulista nascida em São Carlos e crescida em São João da Boa Vista, tocantinei-me por 16 anos, sendo Palmas/TO a cidade em que vivi por mais tempo. Sou docente na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) desde 2026, na qual atuo na Licenciatura em Teatro, e fui docente da Universidade Federal do Tocantins (UFT), tanto na Licenciatura em Teatro como no no Programa de Pós Graduação em Arte, no qual ainda atuo. Interesso-me pelo pensamento do processo, da imanência e da diferença; pela ética da convivialidade; por poéticas menores; por abaixar o volume; pelo amadorismo e pelo inacabamento como estéticas contracoloniais. Publiquei, entre outros, "Rabiscar língua com cacos de floresta - escrever e performar em pesquisa-docência-criação" pela EDUFT ___ ebook disponível gratuitamente ___ e "Aranhas pensam com a teia", pela Urutau. Sou uma pessoa neurodivergente e gosto de ocupar-me neurodivergindo a universidade (e, se nos permitirmos, todo o meu trabalho pode ser lido como um conjunto de expressões da inadequação decorrente dessa condição).