vinte e cinco minutos de olhos abertos e uma música para chorar
(zero lágrima escorrida)
2008
Quê e Como
Insisto em trabalhar por meio de ações e forças da arte os problemas que se me põem à frente. Tais questões têm tendido a dizer respeito às questões estético-políticas do mundo em que vivemos, e muitas vezes relacionam-se com a possibilidade de habitarmos individualmente um mundo montado exclusivamente por coletividade. Para plasmar esses trabalhos, recorrerro às formas e forças da arte que se mostram as mais pertinentes nessa dinâmica em cada contingência-situação, embora tenha uma trajetória de formação em Artes da Cena É assim que, nos últimos anos, tenho produzido performances e instalações, mas também poemas e intervenções, além de ter encenado espetáculos junto a grupos de teatro e música, profissionais e estudantes. Para além do discurso, efetivamente encaro a sala de aula como uma brecha para o acontecimento estético.
Insisto em trabalhar por meio de ações e forças da arte os problemas que se me põem à frente. Tais questões têm tendido a dizer respeito às questões estético-políticas do mundo em que vivemos, e muitas vezes relacionam-se com a possibilidade de habitarmos individualmente um mundo montado exclusivamente por coletividade. Para plasmar esses trabalhos, recorrerro às formas e forças da arte que se mostram as mais pertinentes nessa dinâmica em cada contingência-situação, embora tenha uma trajetória de formação em Artes da Cena É assim que, nos últimos anos, tenho produzido performances e instalações, mas também poemas e intervenções, além de ter encenado espetáculos junto a grupos de teatro e música, profissionais e estudantes. Para além do discurso, efetivamente encaro a sala de aula como uma brecha para o acontecimento estético.
Quem e +
Sou é artista da presença, da palavra e da aula. Residente em Pelotas/RS, paulista nascida em São Carlos e crescida em São João da Boa Vista, tocantinei-me por 16 anos, sendo Palmas/TO a cidade em que vivi por mais tempo. Sou docente na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) desde 2026, na qual atuo na Licenciatura em Teatro, e fui docente da Universidade Federal do Tocantins (UFT), tanto na Licenciatura em Teatro como no no Programa de Pós Graduação em Arte, no qual ainda atuo. Interesso-me pelo pensamento do processo, da imanência e da diferença; pela ética da convivialidade; por poéticas menores; por abaixar o volume; pelo amadorismo e pelo inacabamento como estéticas contracoloniais. Publiquei, entre outros, "Rabiscar língua com cacos de floresta - escrever e performar em pesquisa-docência-criação" pela EDUFT ___ ebook disponível gratuitamente ___ e "Aranhas pensam com a teia", pela Urutau. Sou uma pessoa neurodivergente e gosto de ocupar-me neurodivergindo a universidade (e, se nos permitirmos, todo o meu trabalho pode ser lido como um conjunto de expressões da inadequação decorrente dessa condição).
Sou é artista da presença, da palavra e da aula. Residente em Pelotas/RS, paulista nascida em São Carlos e crescida em São João da Boa Vista, tocantinei-me por 16 anos, sendo Palmas/TO a cidade em que vivi por mais tempo. Sou docente na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) desde 2026, na qual atuo na Licenciatura em Teatro, e fui docente da Universidade Federal do Tocantins (UFT), tanto na Licenciatura em Teatro como no no Programa de Pós Graduação em Arte, no qual ainda atuo. Interesso-me pelo pensamento do processo, da imanência e da diferença; pela ética da convivialidade; por poéticas menores; por abaixar o volume; pelo amadorismo e pelo inacabamento como estéticas contracoloniais. Publiquei, entre outros, "Rabiscar língua com cacos de floresta - escrever e performar em pesquisa-docência-criação" pela EDUFT ___ ebook disponível gratuitamente ___ e "Aranhas pensam com a teia", pela Urutau. Sou uma pessoa neurodivergente e gosto de ocupar-me neurodivergindo a universidade (e, se nos permitirmos, todo o meu trabalho pode ser lido como um conjunto de expressões da inadequação decorrente dessa condição).